Quarta-feira, 5 de Abril de 2006

Inovação

EU JOSE OLVEIRA, Aluno da USAL estou bastante contente com a minha possibilidade de frequentar as aulas de informática isto para mim é bastante inovador porque nos dias de hoje quem não sabe mexer em um computador começa a ficar para trás, a informática é um meio desenvolver os nossos conhecimentos em todos os sentidos, tanto na pesquisa de informação como enviar informações aos outros por isso continuo afirmar que é muito bom saber um pouco de informática nos tempos de hoje.

 

José Oliveira

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Apreciação

Sendo assim correspondendo ao convite treino é com a melhor vontade que aqui vou deixar expresso no meu sentido de apreciação a qualidade do trabalho que aqui se produz a favor daqueles que aqui se deslocam com o objectivo de acrescentarem aos seus conhecimentos mais estes que afinal também ficam ao alcance dos mais velhos através da USAL. É desejável que se mantenha este espírito de colaboração e interesse para que as fronteiras das idades sejam compensadas com a liberdade que este tipo de intervenções permitem, reconhecidamente para procurar através da INTERNET um mundo que noutros tempos ainda que não distantes não era tanto conhecido e consequentemente trazia muito obscurantismo. Bem-haja por este invento.

 

FERNANDO LUCAS

 

05/0472006

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Sugestão

Na USAL, ponto de encontro da terceira idade, nem tudo decorre consoante os seus desejos. Os furos que os professores proporcionam, porque não aproveita-los para um pequeno convívio ocasional.

 

Maria Carvalho

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Opinião II

Comentando o artigo da colega Deolinda Oliveira permito-me discordar do julgamento que faz dos nossos professores dos quais tenho uma opinião Exactamente oposta porquanto tenho constatado que os mesmos são bastante solícitos amáveis e sempre disponíveis para atender as nossa dificuldades, considerando ainda que só por muita generosidade nos dão o seu apoio, já que as contrapartidas remuneratórias ou não existem ou devem ser muito precárias.

O Nosso Sócrates não dispensou o meu jogging na avenida da Baia de Luanda.

Temos um verdadeiro corredor de fundo. Vamos ver para onde leva o País

 

José Carvalho

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Sugestões

Após ter consultado o blogue da USAL</a> e lido as opiniões de outros alunos que participam nos seus cursos parece assistir –me o direito de concordar com algumas opiniões críticas veiculadas pelo referido blogue.

 

Quero complementar algumas daquelas opiniões emitidas com a seguinte questão:

 

É de todo meritória a função de Entidades como a USAL</a> na ocupação dos tempos disponíveis de uma grande parte de pessoas que depois de aposentadas não querem deixar de estar activas e continuar a enriquecer os seus conhecimentos. No entanto, penso que para uma parte das pessoas que recorrem a este tipo de Instituições mais por necessidade de aprender do que de ocupar os tempos livres, seria de todo útil criar cursos de um grau de exigência acrescido, quer em qualidade quer em tempo de aulas que permitisse um maior entusiasmo na forma de apreender as matérias dadas.

 

Tal como estão a ser dadas, as aulas de informática, uma vez por semana, para pessoas como o signatário, é pouco motivador e castrador do entusiasmo inicialmente pensado.

 

Manuel Serra

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Mudança de actividades

Decorridos dois anos, após cessação da minha actividade profissional, resolvi de acordo com os meus familiares mais próximos, colmatar esse espaço vazio da maneira que nos parecia mais proveitosa, não prejudicando, como é óbvio, o nosso ambiente familiar.

Porém, decorridos seis meses de frequência na USAL, universidade que me propus frequentar, cheguei à triste conclusão de que realmente não me satisfaz completamente, atendendo a que alguns docentes, certamente, devido às suas ocupações profissionais, como é absolutamente lógico, descuram um bocadinho, a USAL.

Peço imensa desculpa pelo desabafo, mas é realmente o que se passa e penso, que só emitindo opiniões sinceras, se pode chegar a um consenso, de modo a preparar um futuro melhor para os frequentadores daquela Universidade.

No entanto, e apesar de tudo tenho enriquecido os meus conhecimentos já adquiridos e até aprendido outros, pela primeira vez, nomeadamente nas disciplinas de Informática e

Italiano. Tenho esperança, que a situação melhor num futuro mais ou menos próximo.

 

Deolinda Oliveira

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A ESTÓRIA DA FORMIGUINHA DISTRAÍDA

Era uma vez uma formiguinha que, quando andava em busca de comida, se esqueceu que a noite é traiçoeira e, cansada, começou a andar cada vez mais devagar. A dada altura adormeceu. Algumas horas depois acordou a tiritar de frio e, quando quis começar a andar, verificou que tinha uma patita presa! Puxou, puxou, mas a patita continuou presa. Tinha-se formado geada durante a noite, tinha-se formado geada, e como carreiro tinha muita humidade, acabou por se formar gelo. Este era a causa daquela prisão! Desanimou e, desanimada, desistiu de puxar pela patita.

Ali ficou até que o sol nasceu, o ar começou a aquecer e, para grande admiração da formiga, a perna tinha-se soltado!

Então a formiga disse: oh sol, tu és tão forte que derreteste o gelo que prendia a minha patita.

O sol disse: mais forte é a nuvem que tapa.

Então a formiga disse: oh nuvem tu és tão forte que tapas o sol que derreteu o gelo que prendia a minha patita.

A nuvem disse: mais forte é o vento que me faz andar.

Então a formiga disse: oh vento tu és tão forte que fazes andar a nuvem que tapa o sol que derreteu o gelo que prendia a minha patita.

O vento disse: mais forte é a parede que não me deixa passar.

Então a formiga disse: oh parede tu és tão forte que paras o vento que faz andar a nuvem que tapa o sol que derreteu o gelo que prendia a minha patita

A parede disse: mais forte é o rato que me fura.

Então a formiga disse: oh rato tu és tão forte que furas a parede que para o vento que faz andar a nuvem que tapa o sol que derreteu o gelo que prendia a minha patita.

O rato disse: mais forte é o gato que me come.

Então a formiga disse: oh gato tu és tão forte que comes o rato que fura a parede que para o vento que faz andar a nuvem que tapa o sol que derreteu o gelo que prendia a minha patita.

O gato disse: mais forte é o cão que me morde.

Então a formiga disse: oh cão tu és tão forte que mordes no gato que come o rato que fura a parede que para o vento que faz andar a nuvem que tapa o sol que derreteu o gelo que prendia a minha patita.

O cão disse: mais forte é o pau que me bate.

Então a formiga disse: oh pau tu és tão forte que bates no cão que morde no gato que come o rato que fura a parede que para o vento que faz andar a nuvem que tapa o sol que derreteu o gelo que prendia a minha patita.

O pau disse: mais forte é o lume que me queima.

Então a formiga disse: oh lume tu és tão forte que queimas o pau que bate no cão que morde no gato que come o rato que fura a parede que para o vento que faz andar a nuvem que tapa o sol que derreteu o gelo que prendia a minha patita.

O lume disse: mais forte é a água que me apaga.

Então a formiga disse: oh água tu és tão forte que apagas o lume que queima o pau que bate no cão que morde no gato que come o rato que fura a parede que para o vento que faz andar a nuvem que tapa o sol que derreteu o gelo que prendia a minha patita.

A água disse: mais forte é o boi que me bebe.

Então a formiga disse: oh boi tu és tão forte que bebes a água que apaga o lume que queima o pau que bate no cão que morde no gato que come o rato que fura a parede que para o vento que faz andar a nuvem que tapa o sol que derreteu o gelo que prendia a minha patita.

O boi disse: mais forte é o homem que me come!

Então a formiga disse: oh homem tu és tão forte que comes o boi que bebe a água que apaga o lume que queima o pau que bate no cão que morde no gato que come o rato que fura a parede que para o vento que faz andar a nuvem que tapa o sol que derreteu o gelo que prendia a minha patita.

O homem encolheu os ombros e, naturalmente, admitiu que não valia a pena responder a formigas!

 

 

Esta lenga-lenga contavam-na as avós, aos netos no tempo em que as paredes admitiam que os ratos as conseguiam furar. Quando os ratos deixaram de conseguir furar paredes… os netos deixaram de ouvir as lenga-lengas dos avós.

 

António Saiote

publicado por blogue-da-usal às 10:49
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Opinião

Na minha opinião e no meu caso particular a aula de Ingormática é bastante interessante, pois permite manter o contacto com matérias já muito esquecidas, algumas  é mesmo a primeira vez, aliás no computo geral, acaba por ser tudo novidade, o que para mim obviamente é interessante.

 

Aliás  a USAL em si acaba por se tornar um bom escape nesta fase da vida, em que os afazeres não são muito e portanto só por isso já seria  bom, mas é muito mais do que isso, porque se aprendem coisas novas e se recordam outras  já muito afastadas, não esquecendo o convivio que toda a vivência nos proporciona, por tudo isto merece a pena.

 

Almeirim, 05.04.06

 

Mário Santos

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Problemas para os alunos da USAL resolverem.

   

Eu tinha trinta galos levei – os para o matadouro esperei algum tempo, e cheguei à conclusão que não recebi galos e também não ficaram no matadouro.

 O que foi feito dos galos?

 

 

Sodartsac

 

 

 Esta é para o professor Miguel.

 

Um caçador tinha um cão e a mãe do caçador é também o pai do cão.

 

 

Autor anónimo.

publicado por blogue-da-usal às 10:49
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